História

Itália nostra!

O país que conhecemos hoje como Itália era muito diferente no período em que nossos ancestrais de lá saíram, durante a imigração italiana para o Brasil (1875-1920). Na época, o recém criado Reino da Itália sofria com a instabilidade política gerada pelo “risorgimento“, movimento que unificou os diversos reinos existentes na península itálica numa única nação, a italiana. Esse fato foi determinante para a formação do Estado Italiano, principalmente após 1946, com o início do período republicano. No entanto, essa etapa foi marcada por uma profunda crise, não apenas no campo econômico, mas cultural e social inclusive. Imagine, por exemplo, que antes da unificação falava-se idiomas distintos de região para região, não exista uma lingua italiana oficial, mas uma série de “dialetos”. Tanto, que o idioma italiano oficial foi originado do dialeto que era comum a região da Toscana. O reino unido teria de ser reconhecido e legitimado pelos seus habitantes, e como sabemos, isso não ocorre da noite para o dia.

Uma época de lutas.

Ninguém abandona sua casa, sua família, seus bens à toa, sem uma boa razão. Havia um motivo muito forte que fez com que o processo de imigração italiana ocorresse de forma tão intensa. A Itália vivia um momento muito difícil. Os camponeses não eram proprietários de suas terras, e além de ter de dividir com os “signori” parte de sua produção, ainda tinham que pagar elevados impostos a monarquia. Havia excesso de mão de obra, e concentração de riqueza nas mãos de poucos latifundiários. Era em grande parte, uma legião de famintos, que se alimentavam de milho e de restos de comida, viviam em casebres quase sempre dividindo o espaço com os animais que criavam. Era assim que viviam os italianos do norte, analfabetos, pobres e sem expectativa de vida.

Enquanto isso, no Brasil, havia duas realidades bem distintas: No sudeste havia carência de mão de obra para as plantações de café, principalmente após a proibição do tráfego de escravos africanos e pelo insucesso da imigração dos alemães, iniciado em 1820. No sul do país, no entanto, a realidade era oposta, havia necessidade de povoamento de terras devolutas, com risco eminente de invasão de países vizinhos. O processo de imigração poderia atender bem a estas duas necessidades, e foi o que de fato acabou ocorrendo.

Houve na Itália um investimento pesado em propaganda pró-imigração. Divulgava-se que no Brasil os camponeses teriam trabalho e seriam donos de suas terras, não mais dependeriam dos signori. Cerca de cinco milhões de italianos deixaram seu país entre 1875 e 1920, e se dirigiram a diversos paises, dentre eles, especialmente o Brasil.

No Brasil, encontraram um lugar bem diferente daquele propagandeado na Itália, mas não dava para retornar. Porém, ao menos no Sul, encontraram terra boa e fértil. Os primeiros anos no Brasil não foram nada fáceis, não havia estradas, não havia energia elétrica, não havia comida, não havia casa. Havia uma mata a ser desbravada, um território a ser conhecido, e muita força de vontade para tornar aquela realidade diferente da Itália. Talvez a fé no trabalho tenha sido o alimento que deu energia a estas pessoas para enfrentar os primeiros dias até a colheita do primeiro grão de uva, da primeira espiga de milho, e do primeiro pé de radicci.

Zanella di Schio!

O sobrenome “Zanella” não é tão incomum na Itália, pois se verifica a presença em praticamente todo território italiano, com grande concentração na Região do Vêneto. Os meus antepassados, que chegaram ao Brasil entre 1883, eram originários da “Comune di Magrè“, atualmente pertencente a Comune di Schio, cidade com cerca de 40 mil habitantes, localizada em Vicenza (VI) na Região do Vêneto, norte da Itália. Com a unificação das cidades, o lugarejo passou a ser conhecido como “Magrè di Schio“.

Curiosidade: Em Caxias do Sul (RS), o bairro de Galópolis foi inicialmente habitado por imigrantes da Comune di Schio, que eram em grande parte, funcionários de uma empresa de tecelagem que na época foi a falência deixando dezenas de pessoas sem emprego.

O patriarca, Michele, nasceu em Magrè, aos 17 de agosto de 1855. Sua profissão: agricultor. Casou-se aos 12 de agosto de 1876 com Oliva Preabianca, nascida aos 09 de dezembro de 1855 na “Comune di Recoaro“.

Curiosidade: Recoaro Therme (VI)  é reconhecida pelos belíssimos atrativos naturais da região, tem pouco mais de 6 mil habitantes, e é um importante pólo turístico por suas famosas águas mornas e/ou termais. Há relatos que uma parte do livro “Assim falou Zaratustra“, do filósofo alemão Friedrich Nietzsche, teria sido escrita durante a estadia dele na cidade.

Todos os filhos do casal nasceram em Magrè di Schio. O primogênito, Giovanni, nasceu aos 22 de dezembro de 1876. O segundo filho, Giuseppe, nasceu aos 30 de outubro de 1878, porém veio a falecer por causa não apurada aos 16 de abril de 1880. O terceiro e último filho foi batizado com o mesmo nome do segundo, Giuseppe, e nasceu aos 18 de março de 1881. Giovanni Zanella casou-se, no Brasil, em 01 de agosto de 1896, com Giovanna Zanni.

Giuseppe Zanella era meu bisavô, e a partir da história dele que foco este artigo.

Em dezembro de 1882, do porto de Gênova, Itália, o navio “HALSBURG” zarpava com destino ao Rio de Janeiro, Brasil. A bordo estavam algumas centenas de pessoas que acreditavam encontrar no Brasil um local onde se pudesse construir um lar, uma nova vida. Nesse navio, Michele Zanella, sua esposa, Oliva, mais seus dois filhos, Giovanni e Giuseppe, como outros tantos colonos italianos, deixaram seu país para nunca mais retornar. Estavam indo para a tão sonhada “Mérica” numa embarcação pequena, rudimentar e com condições de higiene discutíveis e provavelmente na terceira classe. Como as crianças sobreviveram? Não se sabe!

No dia 12.01.1883, o navio chega no Rio de Janeiro. Muitos imigrantes passavam a noite em hospedarias esperando a definição do local onde iriam. O próximo destino de alguns tripulantes era as terras devolutas do Rio Grande do Sul e o interior de São Paulo. O destino do Sr Michele era o Rio Grande do Sul.

Chegando no local, logo no credenciamento, o Sr Michele recebeu em forma de empréstimo o Lote n. 06 do Travessão Riachuelo, na XIV Légua, na terceira colônia, a “Colônia Caxias”. Informação que consta nos registros do arquivo histórico municipal de Caxias do Sul.

Curiosidade: Estas terras hoje pertencem aos municípios de Flores da Cunha e  Nova Roma do Sul. Um lugar de uma paisagem lindíssima e ainda hoje é possível encontrar vinícolas e vestígios de casas antigas etc.

Os primeiros dias no Brasil.

Como referido no início do artigo, neste período a Itália vivia uma enorme crise econômica, cultural e social, fruto da recente unificação e dos conflitos internos e com outros países (disputa de terras com o império austríaco, por exemplo). A vida naquele país não estava nada fácil para os vênetos, sendo na maioria agricultores e analfabetos. O fato é que dada conjuntura da época, não se acreditava que a Itália pudesse reagir frente a forte crise em que se encontrava. Neste cenário, a promessa de uma vida melhor no Brasil se tornava algo muito atrativo; é como oferecer para alguém na rua um bilhete premiado da loteria. Se o bilhete era verdadeiro ou não, talvez não importasse tanto. A proposta era tão tentadora que cerca de cinco milhões de italianos deixaram seu país nesse período, e o governo italiano nada fez para impedir esse movimento emigratório, pois sabia que auxiliava no combate da crise. Hoje existem cerca de 30 milhões de brasileiros que têm descendência italiana, seja ela reconhecida ou não, se tornando a maior comunidade italiana fora da Itália do mundo!

O Brasil, por sua vez, cerca de cinquenta anos antes, havia iniciado um processo de povoamento das terras da Região Sul, iniciada com os alemães, em São Leopoldo (RS). Como os vales haviam sido ocupados pelos alemães, restou aos italianos a região serrana, que foi dividida em “colônias”, onde foi estabelecida a “Região de Colonização Italiana – RCI”, que deu origem, mais tarde, a cidades como Caxias do Sul, Bento Gonçalves, Flores da Cunha, Farroupilha, Garibaldi, Carlos Barbosa, São Marcos entre outras.

Curiosidade: Hoje esta região se constitui um dos mais importantes pólos metal-mecânico e industrial do país, além da considerável produção de vinhos e derivados do leite.

Como todo processo de mudança, houve inúmeros desafios, sendo o primeiro deles a própria viagem de navio da Itália para o Brasil, viagem durava aproximadamente trinta e seis dias nos navios a vela, e vinte e um nos navios a vapor. Isso mesmo, as primeiras embarcações eram a vela! Tendo em vista super lotação e condições realmente precárias de higiene, muitos dos imigrantes não tiveram a sorte de chegar ao destino com vida, sendo lançados ao mar durante a viagem. Pesquisando nas listas de passageiros dos navios no arquivo histórico nacional, nota-se inúmeros óbitos no decorrer das viagens, isso quando o registro era feito com exatidão. Há, também, números controversos em relação a quantidade exata de imigrantes que chegaram no Brasil, porque o controle das embarcações não era tão rígido (lista de passageiros escrita a mão e na hora do desembarque, ou seja, na corrida), o que dava margem para a presença clandestina nas embarcações.

História de Giuseppe Zanella e seus descendentes.

1881: NASCIMENTO E BATISMO DE GIUSEPPE ZANELLA

Giuseppe Zanella nasceu em 18.03.1881, na Comune di Magrè, hoje pertencente a Comune di Schio, Vicenza, norte da Itália. Foi batizado na Igreja de SS Leonzio & Carpoforo dez dias após seu nascimento. Tinha apenas dois anos na viagem da Itália para o Brasil, e veio junto de seu irmão, Giovanni, e seus pais, que não tinham mais do que 26 anos de idade. O irmão falecido ficou na Itália, em lugar incerto e não sabido.

1883: CHEGADA AO BRASIL

Na chegada ao Brasil, o Sr. Michele ZANELLA recebeu do governo brasileiro o lote n. 06, do Travessão Riachuelo, XIV Légua, de 176.000 m2. Em 1894 quita a dívida com o governo e as terras passam a ser de sua propriedade.

Naturalmente, houve nesse período a expansão das áreas de colonização e consequentemente a comercialização de áreas entre si. Foi o caso do nonno Michele, que acabou comprando também o lote n. 04, no mesmo travessão.

Dica de leitura: SCAPARO, Paulo Sérgio, “Imigrantes Italianos na Serra do Nordeste do RS”, Porto Alegre: EST Edições, 2011.

1907: CASAMENTO DE GIUSEPPE ZANELLA

Giuseppe Zanella casou-se no religioso por volta de 1907, no distrito de Criúva, atualmente pertencente a Caxias do Sul (RS), com MARIA POLETTO. Em 1907 não havia serviço cartorário na região, e meus bisavós acabaram se casando do civil apenas em 1924.

Esse aspecto fez com que o berço da família se tornasse a região da Criúva, naquela época pertencente ao município de São Francisco de Paula / RS. Não sabemos exatamente o que foi feito com a terras do Travessão Riachuelo, pois também não sabemos qual fim deu o irmão Giovanni. É possível que tenham sido vendidas. É algo que ainda não pesquisei, mas que futuramente pretendo faze-lo junto aos cartórios.

Da união de Giuseppe e Maria, nasceram sete filhos, quais sejam: LUIZA, PEDRO, BORTOLO, VISCIENCIA, JOÃO, IZIDORO e FRANCISCO.

Desde a Itália, a família sempre esteve envolvida no cultivo de frutas e no cuidado de animais para abate (consumo familiar – gado, aves e suínos). Nao seria diferente no Brasil. Entretanto, o cultivo de videiras (parreiral de uva), foi o que impulsionou a atividade econômica da família e de toda região. Está no sangue da família a paixão pelo vinho, tanto alguns primos ainda hoje cultivam videiras e fabricam vinhos.

Naqueles dias, o comércio era muito incipiente, e funcionava em forma de troca. Recordo que meu avô dizia que o abate de animais de grande porte (gado) era feita do forma comunitária e a carne distribuída para toda comunidade. Não havia energia elétrica, e a conservação dos alimentos era bastante complexa na época, feita quase sempre com especiarias. Havia ocorrência de troca de excessos de grãos (milho, feijão etc) com outros membros da comunidade. Esse fato acabou gerando os moinhos, que processavam a farinha para a produção de pães (feitos em fornos de barro) e polenta. Também surgiram nesta época as cooperativas, que tiveram um importante papel na formentação da economia local. Como não poderia deixar de ocorrer, dada forte influência na cultura italiana, houve a presença muito forte da Igreja Católica, que se estabeleceu inicialmente em forma de “capelas“, dando em alguns momentos legitimidade a certas comunidades (linhas, travessões etc).

1920: NASCIMENTO DE IZIDORO ZANELLA

Meu avô foi o sexto filho a nascer, e naturalmente seu nascimento se deu em casa, com ajuda de parteira, como costume da época. O engraçado é que nesta época, mesmo já existindo serviço cartorário, as pessoas se registravam apenas antes do casamento. Não foi diferente com meu avô, que acabou tendo seu registro de nascimento registrado no cartório apenas em 1939, quando tinha 19 anos! Se o Giuseppe não estivesse vivo, não teríamos direito ao reconhecimento da cidadania italiana pela falta da declaração de nascimento por parte do pai! O Sr Giuseppe o fez tanto na sua certidão de casamento, quanto nas certidões de nascimento de todos os filhos. Sorte nossa! Tratarei desse assunto mais adiante no capítulo sobre “cidadania italiana“.

O “nonno” tinha um jeito meio bravo, de italiano carrancudo, mas era boa gente. Recordo-me das férias escolares, que passávamos junto a eles e aos primos cerca de um mês. Quantas aventuras, quantas alegrias!

1941: CASAMENTO DE IZIDORO ZANELLA

Em 18.10.1941 meu avô, Sr Izidoro, se casou com ANGELINA COSMA. Dessa união nasceram onze filhos, que são: CATARINA, MARIA PALMINA, CECÍLIA, LAURINDO, TEREZINHA, LOURENÇO, IRENE, LUIZ, CELESTINO, AVELINO e ISABELA. Minha mãe, TEREZINHA ZANELLA, foi o quinto filho a nascer.

Era evidente que as tradições carregavam ensinamentos passados de geração em geração, que mantinham vivos determinados costumes e até mesmo o dialeto vêneto, presente ainda hoje no sotaque de alguns moradores dessas regiões. Esses valores ajudaram a construir a serra gaúcha e a torna-la uma das regiões mais ricas e promissoras do país. Valores baseados em trabalho, valentia, determinação, esforço e constância. Embora tenham nascidos em Caxias do Sul (RS), meus avós viveram com seus filhos nas imediações do Rio das Antas, no qual chamavam de “Serra do Meio”, local hoje pertencente ao município de Campestre da Serra (RS). Ainda hoje tenho tios e primos que moram lá. Local muito bonito pela presença da vegetação abundante e dos parreirais que enchem aquelas encostas.

1948: NASCIMENTO DE TEREZINHA ZANELLA

Em 11.11.1948 nascia minha mãe, Terezinha Zanella, numa localidade na encosta do Rio das Antas conhecida como “Serra do Meio”, atualmente pertencente ao município de Campestre da Serra (RS). Quando tinha 21 anos, em busca de melhores oportunidades de trabalho, se transferiu para Caxias do Sul (RS), onde vive até hoje. Em Caxias conheceu meu pai, João Batista, e tiveram três filhos: JONEVAL, JOÃO (Eu) e JOAQUIM.

Cursiosidade: O ano de 1948 é muito importante para o reconhecimento da cidadania italiana, principalmente quando a descendência é feminina, como no nosso caso. É que apenas as mulheres nascidas a partir de 01.01.1948 podem transmitir a cidadania italiana aos descendentes. É o ano onde entrou em vigor a constituição italiana que está vigente. Caso a minha mãe tivesse nascido um ano antes (1947), não teríamos direito ao reconhecimento. É o que acontece com alguns dos meus primos, a não ser que a Lei Italiana mude, não poderão adquirir cidadania pela linha dos “ZANELLA”.

1957: FALECIMENTO DE GIUSEPPE ZANELLA

Em 26.02.1957, com 72 anos, falece em sua casa, nos braços de sua esposa, na “mulada”, localidade de Criúva (Caxias do Sul), Giuseppe Zanella, por causa desconhecida.

Leituras complementares:

GARDELIN, Mário e COSTA, Rovílio, Povoadores da Colônias Caxias, Porto Alegre: EST Edições, 2 Ed. 2002.

SCARPARO, Paulo Sérgio, Imigrantes na Serra do Nordeste do RS, Porto Alegre: EST Edições, 2011.

MIORANZA, Ciro, Imigração italiana no nordente do Rio Grande do Sul – Processo de formação e evolução de uma comunidade ítalo-brasileira, Porto Alegre: Movimento, 1975.

Vídeos de interesse:

Sinos da igreja onde Giuseppe Zanella foi batizado:

Música símbolo da imigração italiana no Brasil:

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90 thoughts on “História”

    1. Oi, sera que temos entao algum parentesco?
      Meu tataravo era Antonio Zanella, e veio com meu bisavo gaetano zanella com apenas 03 ou 04 anos. Com a traducao o nome do meu bisavo ficou caetano zanelli.
      Depois nasceu no brasil meu avo recem falecido jose zanelli, minha mae devenir zanelli e eu fabiano zanelli.
      Meu tataravo Antonio Zanella me parece que tinha outros irmaos espalhados no brasil.

      Abs

    2. eu gostei muito de sua historia de familia principalmente a familia zanella da qual tbm pertenço
      mais acredito que os primeiro zanella chegando no brasil se separaram por algum motivo

  1. Oi, sera que temos entao algum parentesco?
    Meu tataravo era Antonio Zanella, e veio com meu bisavo gaetano zanella com apenas 03 ou 04 anos. Com a traducao o nome do meu bisavo ficou caetano zanelli.
    Depois nasceu no brasil meu avo recem falecido jose zanelli, minha mae devenir zanelli e eu fabiano zanelli.
    Meu tataravo Antonio Zanella me parece que tinha outros irmaos espalhados no brasil.

    Abs

  2. Eu tambem sou ZANELLA, gostei da historia meu Bisavo: Tilio zanella casado com Luisa (faleceu) depois casou-se com Maria Barbisa.
    Meu vo: Luiz Zanella veio com 08 ou 09 anos da Italia, casou-se com Hermenegilda Grifante.
    Meu pai: Deolindo Zanella casou-se com Elgide Domingas Pozza moramos em Francisco Beltrão – Pr.
    Eu sou Marisilda Zanella e estou organizando a I FESTA DA FAMILIA ZANELLA no dia 06 e 07 de setembro de 2014 em FRANCISCO BELTRÃO – PR.

    ABS

  3. Buenas! Também sou Zanella tudo idica que sejamos parentes sou da Decendecia de Franciso Zanella pai de Jose Zanella pai de Antonio Zanella (meu nono). Não sei se voce tem registro do descentes de Franscico. Sou de Coronel Vivida_PR meu email é : adr_zanella@hotmail.com. Bela historia. At. Adriano Zanella

    1. boa tarde!!

      sou neto de MARCELO ZANELLA E DOZOLINA ZANELLA, FILHO DE ARTUR ZANELLA E SUELY STELA ZANELLA , VIEMOS DA CIDADE PROTASIO ALVES RS E NOVA PRATA VACARIA RS.HOJE ESTAMOS EM STA CECILIA SC , TEM ALGUMAS FAMILHAS ZANELLA AQUI!! DEVEMOS SER TUDO DA MESMA PANELA KKKK

  4. Minha bisavó falecida se chamava Maria Zanelli Furigo,ela nos contava que chegou bem criança a Argentina de Navio,lá não deu certo,então vieram para o Brasil,moraram algum tempo em Santos e depois conseguiram emprego em Mogi Mirim onde se casou com um Furigo,daí um fazendeiro convidou eles a trabalharem numa fazenda dele aqui em Severínia S.P,onde construíram suas vidas e morrem aqui e são muito conhecido,tendo até ruas com seus nomes,Maria Zanelli aqui foi muito querida,famosa por suas comidas que vendia,a famosa marmitex,não assino Zanelii,mas tenho Orgulho de ser descendente dele,
    abçs!

  5. meu nome maria augusta zanella filha de hercilio zanella , sou neta de hermenegildo zanella de treze de maio santa catarina amei a historia…

      1. Caro amigo..Meu Bisavô Materno era João Zanella,e minha Avó Materna era Auzilia Brezolin…filha José Brezolin…Nossa!!! Misturou toda a Italianada!!! Somos Parentes certamente!!

      2. Tenho vários primos que são Brezolin, da região de Campestre da Serra, no Rio Grande do Sul… Quem sabe? Fiz algumas pesquisas sobre a famália há alguns anos. Só que meu material está numa caixa, pois estou em processo de mudança… mas assim que encontrar vejo e te respondo por esse canal, pode ser?? Sds. Zanella.

      3. OK boa noite alguém sabe da família de meu avô que veio na imigração ele chamava Antônio zanella

      4. Luciana, boa noite. Antonio Zanella é um nome bastante comum. Você ter mais dados para eu poder pesquisar. Sabe mais ou menos a data que ele chegou no Brasil?? Sabe se veio para o Rio Grande do Sul ou São Paulo? Entende, é um nome muito comum.. Difícil saber se o Antônio encontrado é realmente seu descendente… ok? Um abraço. Zanella.

  6. O bisavô do meu esposo chamava-se João Tramontim casado com Luiza Zanella. Será que faz parte da sua família?
    Obrigada!
    Maria de Lourdes

      1. Maria. Encontrei uma “Luiza Zanella” ou “Luigia Zanella” que era filha de Giovanna Zanella e de Fortunato DE Bastiani. Tem outra Luigia que é filha de Giuseppe Zanella e Maria. Sabe os nomes dos pais da Luiza Zanella?? Daí fica mais fácil… hehe Em relação ao Tramontin.. sabe se o pai do João Tramontin se chamava Diácomo? Sds, Zanella.

      2. Depois de muita pesquisa, descobri o nome dos pais de Luigia Zanella que é:
        Giovanni e Maria.
        Luigia Zanella, casada com Giovanni Tramontin (documentos dele que precisamos ou saber onde nasceu).
        Obrigada!
        Maria de Lourdes Solek Tramontim

    1. Olá Maria de Lourdes! O Giovanni Tramontin (João Tramontin) casado com Eduvirge Zanella (em alguns documentos aparece como Luiza e o sobrenome as vezes aparece como Zanelli), pode ser os que você procura, em 1890 foi inaugurada a colônia Marques do Herval em Barra do Ouro – Maquiné/RS, eles então se mudaram de Caxias para Barra do Ouro, ele nasceu perto de 1850 e faleceu em 13/06/1923 em Barra do Ouro; em um documento do casamento do filho Antônio Tramontin, aparece o nome do lugar de origem, Belluno, Feltre, Vêneto. Em um documento de óbito de Edviges Zanella aparece a filiação: Giovanni e Maria Conse (ou sobrenome parecido), acho que Edviges herdou o sobrenome Zanella por parte de mãe, ela nasceu perto de 1851 e faleceu em 14/02/1926. Eu não herdei o sobrenome Tramontin pois o meu bisavô Antonio não se casou no civil com Santina Fontana, só na igreja. Espero que eu tenha ajudado.

    1. Jóris, não sou profissional da área, apenas sou um entusiasta, apaixonado pelo tema, que conseguiu o reconhecimento sozinho e que agora ajuda, na medida do possível, as pessoas. Se você me der mais dados, posso das uma olhada nas minhas pesquisas sobre a família Zanella e ver se encontro alguma coisa para você. Ok? Mas sem compromisso, não vivo e nem quero viver disso. É meu hobbie. Abraccio!!

      1. ola joao zanella, queria tirar uma duvida se em meio desses seus registros voce viu algum nome de dorvalina zanella? é de erechim rs, gostaria de saber se ela veio da italia ou se nasceu aqui no brasil, o que sei dela é so isso nome e cidade em que morava, essa é avó da minha esposa que é da familia zanella, e gostaria de saber mais da familia dela.

      2. Fala Beleza João ?
        Também sou Zanella, meu trisavô veio do Vêneto também, do comuni di Trecenta – Rovigo.
        Cara você conseguiu fazer residência por conta própria ?
        Tem alguma dica pra isso ?

        Obrigado!

      3. Olá Fabricio! Tudo certo?
        Sim, fiz minha cidadania por conta própria, pois percebi que seria uma oportunidade ímpar de conhecer melhor minhas origens. Quando você paga alguém para fazer isso, perde essa oportunidade.

  7. Pesquisando minha história, vi que o primeiro Oberziner que veio para o Brasil casou com Irene Zanela, não tenho certeza se isso confere. Vc teria alguma informação? Obrigada

    1. Oi Mah, grato por acessar meu site. Ele está um pouco desatualizado, mas pretendo em breve disponibilizar a nova versão. Irei pesquisar para você, ok? Tenho um material de pesquisa, só que como estou em mudança, está tudo dentro de caixas. Assim que encontrar pesquiso e te retorno. Un abraccio!!

    2. Intao me confundi ..quem veio foi meu bisavô… Lodovico Zanela ..não sei se veio casado com Teresa ….em 1902 teve um filho que chamava Antônio Zanela …não consigo encontrar nada sobre Lodovico…pois o que conta eles viveram em ourinhos …

    3. Mah Oberziner,
      Meu nome é Fiorelo Zanella. Por acaso encontrei estes dados e resolvi dar-lhe uma resposta, porque os Zanella de Rio dos Cedros são todos meus parentes. De fato, em Rio dos Cedros veio David Oberzinner, filho de Giosué Oberzinner e Anna Casetti, deTrento. Veio da itália casado com Irene Zanella, filha de Giuseppe Zanella e Margarita Betta ou Betti. Não sei se vieram com filhos da Itália. Aqui nasceram: Virgilio, aos 31/03/1877; Angela, em 1878; Maria Marcelina, aos 08/09/1880; Josuè Luigi, aos 16/02/1883; e Irene Julia, aos 23/08/1884. Irene Zanella deve ter falecido depois do nascimento do quinto filho, porque aparece o registro que Davide Oberziner, com 38 anos, casou em 07/04/1886, com Dosolin Libardi, 44 anos, viuva, filha de Antonio Libardei e Domenica Libertoni, de Levico, Trento. Você descende então desta família. Se quiser entrar em contato comigo, meu email é: fiorelozanella@hotmail.com

  8. Quem veio da Itália foi Lodovico zanella casado com Teresa …aqui no Brasil em 1902 teve meu avo …gostaria de saber algo do meu bisavô Lodovico …que me contam que eles moravam em ourinhos …se alguem soube me ajudem ..obg

    1. ola luciana espero que vc esteja bem meu nome cleide zanela sou neta de jõao zanela e joana lopes meus bisavos lodovico zanela e toze tereza meus avos se casaram em ourinhos

      1. Oi prima …tudo bem …somos parentes sim…o bisavô Ludovico morou sim em ourinhos …meu avô era António zanela …irmão de João …Elisa …Luiz…domingo é Carolina …vc tem face …ser a um prazer conversaram com vc …beijo gigante

  9. Olá João, minha família é Zanella, queria que vc me ajudasse… ou outros Zanella que tb tem interesse na história de família. Minha vó se chamava Mercedes Zanella que era filha de Augusto Zanella e Elisa Munaro. Só sei até aí, sempre tive muita curiosidade, mas o atestado de óbito de minha vó que nasceu em 1925 foi queimado num incendio que houve algum tempo após sua morte na casa de meu falecido avô, esse era Gonsalves. Sei que minha vó nasceu em caxias… Talvez tenha algum parentesco entre Michelle e meu tataravô… esperança de encontrar mais sobre a história da minha família.

    1. Oi Luise. Dei uma olhada no material que tenho aqui, e não encontrei nenhum referência sobre “Augusto Zanella” ou “Elisa Munaro”… Tem muitos “Munaro’s” que vieram da Itália para Caxias… Será que o nome dela era esse mesmo?! Em relação a sua avó, se ela nasceu em 1925, sabe que conseguirá a cidadania pela linha dela, né? Em Caxias, tenta pesquisar na cúria, que fica na Rua Os 18 do Forte, atrás da Catedral. Talvez tenham algum registro… Ou no cartório de registro civil… o grande problema, é que nesta época existiam os cartórios dos distritos… teria de descobrir em local de Caxias, se foi na região central, ou numa “colônia”, senão você irá perder muito tempo procurando… Sds, Um abraço. Zanella.

  10. Angela Maria zanela .cidade de compos dos goytacazes rio de janeiro meu bisavô casou em santa cesilia na ltalia o name dele era santo Zanella esposa mófata , vierao para o Brasil plantar café minha mãe ainda mora no mesmo lugar onde eu nasci ela é o pai dela também ele era fazendeiro tinha duas fazenda minha mãe fala do João Zanella que era irmão de santo Zanella escrevo zanela com um l erro de registro. Abraços m.

    1. Angela, a documentação que tenho aqui se refere ao processo de constituição da RCI (Região de Colonização Italiana) do Rio Grande do Sul. Não tenho nada sobre a imigração italiana em SP e o no Rio, infelizmente… Se eles vieram para o RS antes de irem para o Rio, posso pesquisar alguma coisa. Tem como confirmar isso?? Um abraço, Zanella.

  11. Meu bisavô santo Zanella esposa mófata se casou em santa cesilia, veio para o Brasil plantar café minha mãe ainda mora no mesmo lugar. que meu bisavô trabalhou onde eu também naci minha cidade campos dos goytacazes rio de janeiro minha mãe fala do João Zanella aqui no rio todos zanela somos parentes, eu escrevo com um l erro de registro o pai da minha mãe era Ângelo Zanella e a mãe de meu pai era Marcelina Zanella os dois filhos de santo Zanella e mófata. Um grande abraço a todos tenho orgulho de ser uma zanela.

  12. Bom dia ….vim aqui aprofundar mais …meu avô Antônio zanella …meu bisavô Lodovico zanella seus filhos foram Carolina ,Antônio ,Luiz,João,e domingos …quem souber de alguma coisa me escreva …abraços a todos

  13. Oi, eu sou Izabel Manfron e, estou fazendo pesquisa da família p tentar cidadania italiana p minha filha. Minha bisavó era Maria Zanella e,meu bisavô Angelo Manfron que morreu durante a viagem, por isso não consigo achar nada sobre ele. O que me achou atenção no teu blog que minha bisavó também foi para Criúva, onde lá nasceu o meu avô Dante Manfron e, ela casou com um Biasuz, que não sei o nome. Começo a pensar que vou partir da tua informação procurar por eles. Já anotei a bibliografia que você mencionou e, se possível me dar alguma dica.
    Agradeço
    Abraço

    1. Izabel. No livro do Mário Gardelin tem registro da sua família. Ok? Não sei qual sua idade, mas acho que sua bisavó deve ter nascido antes de 1948, né? Se for isso, não perca tempo em buscar documentação dela, porque as mulheres, antes de 1948, não transmitiam a cidadania italiana. Logo, você tem de focar na linha do seu bisavô. Ok? Vou pesquisar aqui também. Me manda um email com os dados bem certinho, que pesquiso para você. Um abraço. Zanella

      1. OI joão
        Só agora vi sua resposta.Eu fiquei sabendo desta regra e, realmente passei a focar pelo lado de meu avô. Ele era Dante José Manfron e, o pai dele Angelo Manfron casado com Maria Zanella.
        Mas conforme contavam na família meu bisavô Angelo Manfron teria morrido durante o percurso e, não chegou ao Brasil. A minha bisavó já chegou gravida e, então meu avô nasceu já no Brasil. Tenho a certidão de óbito da bisavó Maria Zanella e, consta que ela nasceu na Itália e que era casada com Angelo mas não dá nenhuma informação a mais. Tenho procurado muito, mas sem sucesso, ficarei muuuuuuito agradecida se você tiver alguma informação.
        Vou procurar o livro que você mencionou.
        Abraço Izabel

  14. Olá, João! Descobri recentemente que meu antenato Valentino SETTIN, nasceu em Nove, em Vicenza, mas se casou em Schio em 1890, como vi que seu antenato também casou por lá, gostaria de saber como vc conseguiu a certidão de matrimonio, pq tento de todos os jeitos e o anagrafe de Schio não me retorna! Desde já agradeço a atenção

    1. Maria, tenho um contato em Schio, no cartório anágrafe… me mande um email { joao.zanella@gmail.com }, que te informo sem problemas… Ela não deve ter respondido porque recebem lá diariamente centenas de pedido… mas troco algumas mensagens com ela e te copio. Me mande a mensagem que enviou para eles. Ok? Um abraço. Zanella.

  15. Meu bisavo luiz zanella e maria busato meu avo jose marcos zanella e paula scalcao .Meu bisavo chegou da italia se instalou em Jaguari RS.Eu moro em Unistalda RS,Tenho 62 anos.

  16. Meu bisavo luiz zanella e maria busato meu avo jose marcos zanella e paula scalcao .Bisavo veio italia e ficou em Jaguari RS eu moro Unistalda RS q fica proximo d jaguari. Tenho 62anos.

    1. sou reovaldo antonio scalcom zanella o meu bisavo luis zanella e maria busato pai do meu avo marcos jose zanella meu pai adelino pedro zanella meus bisa materno scalcam joao batista e lucia tasca mai da minha vo paula scalcam zanella meu bisavo xegou em gaurama em 1875

  17. Sou Lucrecio Zanella, filho de sebastião Zanella, neto de Luiz Zanella e Bisneto de Ludovico Zanella, alguem sabe alguma coisa?

    1. Olá primo [hehe]. Você teria mais alguma informação, porque com esse nome não encontrei nada… Luiz Zanella é um nome bem comum… não sabe a data de nascimento??? Daí posso ver quais tem no livro e te informo. Ok? Um abraço, Zanella,.

    2. Ola Lucrecio, sou neto de Sebastião Zanella e de Antonina Machado Zanella, eles migraram para o Paraguay, hoje moro no Brasil em Foz do Iguaçu minha mãe se chama Eli Zanella, voce teria alguma informaçao .

  18. ola bom dia meu nome e cleide zanella sou neta de joana lopes e jõao zanella eles viveram em curitiba parana vc teria alguma informação sobre eles sei que jõao zanella faleceu nas decadas de 90

      1. Olá João zanella muito obrigada pela atenção mais conseguir localizar alguns familiares em londrina em Mato Grosso fizemos um encontro e reunimos aproximadamente 90 pessoas descendentes de Joana Lopes e João zanella e alguns netos e bisnetos

  19. Olá João, sou Eneida Zanella e meu avô Ítalo Zanella, cuja família morou em Batatais, SP. Estou iniciando a busca de informações sobre a vinda dele e seu irmão. Você tem informações sobre essa parte da família Zanella que veio para Batatais ou algum site que eu possa buscar ?

  20. Boa tarde primo João! Meu nome é Christian Pineda Zanella. Meus antepassados Marco Zanella e Antonia Ghirardo vieram com 04 filhos: Luigi, Luigia, Hildegarda e Carlo. Meu bisavô, Carlo Zanella, nasceu no dia 20/08/1882, na Comuna di Vigonovo, Venezia, e embarcou com 06 anos no navio Solferino, via Gênova, Marselha, Rio, Santos, Porto Alegre e se instalaram na região da quarta colônia do RS, mais precisamente em Jaguari-RS. Lá o Carlo casou com Carolina Cechinatto e nasceu meu avô Virgílio e uns 09 irmãos. Depois migraram para Ajuricaba-RS e Coronel Bicaco-RS. Meu pai é Silvio Barcellos Zanella. Mais historias são lembradas durante uma refeição numa farta mesa e com um bom vinho… Grande abraço.

  21. Oi
    Me chamo Elaine Zanella
    Mikelle Zanella era Meu bisavô
    Meu avô e quem veio para o Brasil
    E se chamava Tibério Zanella…
    Não seu muitas coisas pois ele se separou da minha avó e foi morar em outra cidade
    Sou do Rio de Janeiro
    Tenho fotos, documentos, e outras coisas de família.

  22. Joao, como é bom encontrar pessoas como você que teve a sorte de descobrir tudo sobre seus antepassados italianos. Eu ainda vivo com aquela angustia na busca de saber mais e mais. Nao tenho Zanela no nome pois só me foi dado nome do meu pai, e ZAnela é a parte da minha mae. O que sei é que quem imigrou para o Brasil foi meu Bisavo Joao Zanella (creio que tenha sido “aportuguesado”, imagino que seja Giovanni, nao acha?) e bisavó Ana MAria MAstelli. Ouvi que muitos parentes e amigos foram para o sul, mas eles, especificamente foram para MG, hoje Ubá (distrito Rodeiro, Porto de Santo Antonio, onde nasceu o meu avo Pio Zanela). Moro no Rio, mas certa vez fui a Uba e encontramos um parente de lá que nos mostrou uma anotaçao do meu Bisavo Joao Zanella em que dizia “Joao Zanella, lavrador, Arraial de S. GRegorio, Veronaveneto, Reino de Italia” . Pelas historias de uma prima da minha mae soubemos que vieram cinco filhos na viagem Antonio, Ursulla, Assunta , Catarina e Augusto; outros nasceram no Brasil Luiz, Pio (meu avo), Ema, Carlota e Neno. Na certidçao de nascimento de meu avo Pio consta como pai obviamnente Joao Zanela e Anna Maria MAstella e avos paternos FRancisco ZAnella e Carlota Zanella, e maternos Germano MAstella e Mariana MAstella. BEm, essas sao as informaçoes que tenho, porem o basico que é data de nascimento de meu bisavô para tenytar obter alguma certidao na Italia, data de sua morte para obter um obito etc nao os possuo. Bem, se puder me ajudar com alguma informaçao ou dica, sei que nao é seu trabalho, mas, como eu, é um entusiasta da genealogia, apreciaria muito. Muito obrigado e desde já fico a disposiçao de outras pessoas que visitem aqui a página do Joao e queiram trocar alguma informaçao. Abç!!!

  23. João Zanella, boa noite.

    Sou Nilton Cesar Zanella, estou tentando resgatar a história de meu sobrenome, se puder colaborar, te agradeço, mas não é fácil, hehehe. Deixa me identificar: Estudei em Lages, me formei aí em Medicina Veterinária no CAV.
    Mas, João tu tens algum e-mail ou whatsapp para que posso te expor minha realidade sobre os Zanella?
    Meu e-mail: vetserra@yahoo.com.br
    Whatsapp: 68 99845787
    Eu ficaria grato se entrasse em contato, aliás, creio que somos parentes, hehehhe
    Abraço rapaz.

  24. Boa noite, também sou uma Zanella, neta de Antônio Zanella, nascido em 08/08/1908, no Brasil, me parece que em Guaporé, casado com Justina Grozelli Zanella. Meu avô morou no município de Catanduvas, Santa Catarina, num distrito chamado de Lageado Bonito. Informações de 1942. Meu bisavô era Pedro Zanella, casado com Amália Zanella, e pelas poucas informações que tenho, ele teve 16 filhos, no caso meu avô Antônio, Guilherme, Nino, Henrique, Luis, Benjamin, Elvira, Vitoria, Colormina, Dozolina, José e outros que ao certo, não sabemos. Alguns desses nomes podem estar errados também. Meu email é zanellaandrea@hotmail.com.
    Estou em busca de informações, se alguém tiver e puder me passar, ficarei infinitamente agradecida.

  25. Muito legal sua história ! Sou mais uma Zanella – Regina Elena Zanella, filha de Benedito Zanella. Meu avô chamava-se Luiz Zanella (casado com Maria Nicola Colanzi) que por sua vez era filho de Ludovico ( ou Lodovico) Zanella e Teresa (ou Tereza)Tozzi Zanella. Pelo que sei vieram para Estado de São Paulo, região de Santa Cruz do Rio Pardo e depois para região norte do Paraná, onde também nasci (Astorga-PR). Se tiver maiores informações sobre meus antepassados, ficarei muito grata em resgatar minha história e origem da família! Um grande abraço queridos parentes!

  26. Bom dia, Joao Zanella!
    Será que você pode me ajudar a encontrar informações mais precisas sobre minha família e me apontar sites/livros para eu buscar meus familiares? Está bem complicado de achar, viu… hahah
    Tudo que sei até o momento é que meu bisavô, Antonio Zanella, veio de Vicenza – Veneto com cerca de 9 anos e posteriormente casou-se com Felice Spinelli, aqui no RS.
    Sou filha de Eloi Zanella, que por sua vez é filho de Verginio Zanella e Celvina Pandolfo Zanella.

    Se alguém tiver informações, manifeste-se, por favor. 😀
    Grata desde já.

  27. olá familia Zanela.meu avõ também veio da Italia ele se chamava Ricardo Zanela casou-se com Julia Ravaglia que também veio da Italia já moços não sei direito o nome do meu bisavó mas acredito que era Francisco Zanela eles vieram para Minas Gerais .gostaria de saber mais sobre a familia Zanela agradeço desde já meu nome é;Adriene Zanela Miranda

  28. Boa tarde!me chamo Aline e sou tataraneta de Andre Zanella,que veio para o Brasil com seu irmão Pedro Zanella o pouco que sei é que eles residiram em Santa Catarina. Meu bisavô se chamava Francisco Zanella filho do Andre,mas não sabemos se ele tinha irmãos, ele morava em Lacerdópolis-Sc onde casou com Irma Martini minha bisavó,infelizmente é só isso que sei,se puderem me ajudar agradeço 😉

  29. SOU ITALVINO ZANELLA (VINO ITALIANO), FILHO DE FELICE ZANELLA E DOZOLINA VOLPATO ZANELLA, MEU NONO VALENTIN ZANELLA, TIOS JOSÉ ZANELLA, GERVÁSIO ZANELLA, FIRMINO ZANELLA, CESARE ZANELLA, TIA ROSÁLIA ZANELLA LEITE ETC. ALGUÉM É PRIMO OU PRIMA? MEU NONO ZANELLA VEIO DE VENETO, ERA MARINHEIRO SEDIADO EM GENOVA E MORAVAM NA REGIÃO DE SERAFINA COREIA, RS, E DEPOIS PASSO FUNDO E NÓS NASCEMOS NO DISTRITO DE BARRA BONITA, CONCÓRDIA, SC.NÃO SEI O NOME DE MEU BISAVÔ, NEM TATARAVO. SE ALGUÉM SOUBER ME INFORME NO MEU FACEBOOK. ABRAÇOS CARINHOSOS A TODOS E TODAS. AMÉM.

  30. Não tenho o sobrenome zanella mas minha querida avó thereza zanella, q já não está entre nós, só teve um filho q é o meu pai, minha família é muito pequena… Gostaria de conhecer minha linhagem, enfim meus parentes

  31. ola Joao! Nao tenho a certidao de nascimento de ninguem mais, estou tentando procurar pelos nomes, mas nao encontro nada, poderia me dar algumas dicas…preciso muito saber sobre minha bisavo! Chamava-se Thereza Zanella chegou aqui com 13 anos, filha de Assunta Zanella e Arturo Zanella, irmaos da minha bisa eram Cecilia Zanella e Luiz Zanella…nao encontro nada nda nda …bjossss adorei sua pagina !

  32. Boa noite me chamo Carlos Henrique zanella, a historia que meu pai contava sr. Carlito zanella era que meu avó Carlos Zanella veio ainda pequeno da Itália junto com meus bisavós Santos Zanella e Maria mufatto Zanella foram para São Paulo e depois vieram para o Rio de Janeiro mais precisamente na cidade de Campos dos Goytacazes , meus bisavós voltaram pra são Paulo meu avó ficou por aqui um abraço
    tenho Facebook Carlos zanellus , uma informação este nome zanellus foi registrado errado na época o meu pai mais o restante da família se chama zanella

  33. João Zanella,
    Meu nome é Fiorelo Zanella, sou historiador e tenho bastante conhecimento sobre a família Zanella que veio da Itália para Santa Catarina, especificamente em Rio dos Cedros. Entrei neste site por acaso e percebi que tens um grande envolvimento com os familiares Zanella do Rio Grande do Sul. Eu gostaria de conhecer mais dados sobre as famílias Zanella do Rio Grande, porque meus avós diziam que vieram três irmãos Zanella da Itália: um ficou em São Paulo, outro veio para Rio dos Cedros, Santa Catarina, e o terceiro foi para o Rio Grande do Sul. Por isso, sempre estou à procura de Zanellas do vizinho estado. Gostaria de manter um contato sobre esta família.

  34. Boa tarde, li todas estes comentários sobre a família Zanella, pois no registro do meu pai consta Zanela, com um L só, toda família foi registrada assim meu pai Jácomo Zanela, filho de Santo Zanela , não me lembro os nomes dos meus tios . Onde moro tem muitos Zanella, tem alguem que conheceu a minha família ZANELA.

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